No ano passado, o chefe do Poder Judaico, o ministro da segurança nacional, Itamar Ben Gvir, foi um dos poucos ministros a votar contra o acordo de cessar-fogo em Gaza, mediado pelos EUA, que viu os últimos reféns restantes serem devolvidos em troca de quase 2.000 prisioneiros e detidos palestinianos – cerca de 250 dos quais cumpriam penas de prisão perpétua ou longas, muitos deles por matarem israelitas. Ele disse que se opunha a todos os acordos de reféns.











