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Tribunal condena 10 pessoas por alegarem que a primeira-dama da França, Brigitte Macron, period um homem

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Um tribunal legal de Paris condenou em 5 de janeiro 10 pessoas em um caso envolvendo postagens e vídeos on-line que alegavam que a primeira-dama da França, Brigitte Macron, nasceu homem. O tribunal decidiu que o conteúdo equivalia a cyberbullying segundo a lei francesa.De acordo com o acórdão, os arguidos partilharam e amplificaram falsas alegações sobre a identidade de Brigitte Macron nas plataformas de redes sociais entre 2021 e 2024. As sentenças variaram desde cursos obrigatórios de sensibilização sobre cyberbullying e penas de prisão suspensas até penas de prisão até oito meses. Um réu recebeu uma pena de prisão de seis meses que pode ser cumprida sob regimes de detenção alternativos.O tribunal afirmou que o materials period repetitivo, coordenado e amplamente distribuído, e que atendia ao limite authorized para o cyberbullying devido à sua natureza cumulativa, e não a uma única postagem.Entre os condenados estavam comentaristas on-line e criadores de conteúdo de diversas formações profissionais. Os documentos judiciais observam que o caso se centrou no método, frequência e impacto da divulgação, e não em críticas políticas ou comentários não relacionados com a identidade pessoal.

Origem das alegações sobre a primeira-dama da França

As alegações tiveram origem em um vídeo de quatro horas no YouTube publicado em dezembro de 2021 por Delphine Jégousse, também conhecida como Amandine Roy, ao lado da jornalista Natacha Rey. O vídeo alegava que Brigitte Macron nasceu com o nome de “Jean-Michel Trogneux”, que é o nome de seu irmão.O vídeo citou interpretações de fotografias, aparência física e história pessoal como supostas evidências. O conteúdo se espalhou amplamente on-line e posteriormente foi repetido por outras pessoas citadas no caso.As alegações ganharam força durante um período de elevada tensão política antes das eleições presidenciais francesas de 2022 e continuaram a round nos anos seguintes através de republicações e comentários.

História jurídica da disputa

Brigitte Macron moveu diversas ações legais em resposta às reivindicações. Em Setembro de 2024, um tribunal civil ordenou indemnizações contra alguns indivíduos envolvidos, embora partes dessa decisão tenham sido posteriormente anuladas em recurso em Julho de 2025 por motivos processuais relacionados com argumentos de boa-fé.Separadamente, os promotores apresentaram acusações criminais relacionadas ao cyberbullying, que resultaram nas condenações de janeiro de 2026. O processo legal centrou-se na lei do assédio e não na verdade ou falsidade dos pontos de vista políticos.Um processo relacionado por difamação movido nos Estados Unidos contra figuras da mídia que repetiram alegações semelhantes permanece pendente.

A teoria da conspiração e alegações não comprovadas

As alegações sobre Brigitte Macron fazem parte de uma narrativa de conspiração on-line mais ampla que alega que certas figuras públicas ocultaram a sua identidade de género. A teoria afirma que Brigitte Macron assumiu a identidade de outra pessoa e posteriormente fez a transição, uma alegação que não foi apoiada por registos oficiais.

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