O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sanchez, fala durante uma entrevista coletiva no last da cúpula da UE em Bruxelas, em 23 de janeiro de 2026 | Crédito da foto: AP
A Espanha não participará na iniciativa do Conselho de Paz lançada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para enfrentar conflitos globais, afirmando que a decisão foi consistente com a sua crença no multilateralismo e no sistema das Nações Unidas.
“Agradecemos o convite, mas recusamos”, disse o primeiro-ministro espanhol Pedro Sanchez aos repórteres na noite de quinta-feira (22 de janeiro de 2026) após uma cimeira da UE em Bruxelas.
Washington diz que o órgão ajudará a mediar e monitorar cessar-fogo, organizar arranjos de segurança e coordenar a reconstrução em locais emergentes da guerra. O conceito deriva do plano de paz de Gaza de Trump.
Ausentes na cerimônia de lançamento do conselho realizada no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, na quinta-feira (22 de janeiro), estavam os aliados tradicionais dos EUA, como Canadá, Grã-Bretanha e todos os membros da União Europeia, exceto Hungria e Bulgária.
Sanchez citou a consistência com o compromisso de Madrid com o direito internacional, a ONU e o multilateralismo como as principais razões pelas quais se recusou a participar.
Sanchez também disse que o Conselho de Paz não incluía a Autoridade Palestina.
Israel juntou-se ao conselho, juntamente com países do Médio Oriente como o Qatar, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.
Publicado – 23 de janeiro de 2026 14h22 IST












