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Dentro do exército de IA da China: os drones aprendem a caçar e matar como os predadores da natureza

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A China está ensinando seus drones a lutar como animais. Engenheiros da Universidade Beihang, uma escola militar, criaram um sistema no qual os drones defensivos imitam os falcões, visando os drones inimigos mais vulneráveis, enquanto os drones de ataque se comportam como pombas para fugir dos falcões. Numa simulação cinco contra cinco, os falcões destruíram todas as pombas em apenas 5,3 segundos. A pesquisa ganhou uma patente em abril de 2024 e faz parte de uma iniciativa de instituições de defesa chinesas que usa inteligência synthetic para operar enxames autônomos de drones e outros sistemas não tripulados.O Exército de Libertação In style (ELP) vê a IA como uma forma de operar drones, cães-robôs e outros sistemas robóticos com o mínimo de intervenção humana. Teóricos militares chineses escreveram que a period da IA ​​poderia ser uma revolução para o combate, com sistemas não tripulados como força principal e operações de enxame como principal método de combate. Eles comparam o seu impacto potencial ao da pólvora, uma invenção chinesa que transformou a guerra world há séculos.Os drones já são críticos nos conflitos modernos, incluindo na Ucrânia, onde servem como iscas, espiões ou armas em ataques suicidas. A China tem uma vantagem na produção de {hardware}, com fábricas capazes de fabricar anualmente mais de um milhão de drones de baixo custo, em comparação com dezenas de milhares nos EUA a custos muito mais elevados. A China exibiu lobos-robôs armados que poderiam trabalhar com enxames aéreos para combate colaborativo.Especialistas dizem que a IA também pode compensar lacunas no treinamento de PLA. “A nível tático, para missões concretas, há um consenso crescente [in Chinese military writings] que os sistemas autónomos têm potencial para funcionar melhor do que os humanos”, afirmou Sunny Cheung, da Fundação Jamestown. A estrutura militar hierárquica da China e a experiência limitada de combate entre os comandantes tornam os drones autónomos particularmente atractivos.As ambições de IA do PLA vão além dos enxames aéreos. Documentos de aquisição descrevem sistemas móveis de guerra cognitiva capazes de transmitir vídeos deepfake, implantar cães-robôs e até mesmo usar som direcionado contra alvos. A tecnologia continua em desenvolvimento e os especialistas alertam para os riscos caso os sistemas tomem decisões mortais fora do controlo humano ou falhem em condições do mundo actual, como a guerra electrónica ou o bloqueio de sinais.A investigação da China também estuda outros comportamentos animais, incluindo formigas, coiotes, ovelhas, baleias, águias e moscas da fruta, para melhorar a capacidade dos drones de agirem colectivamente. Desde 2022, pelo menos 930 patentes relacionadas com inteligência de enxames foram registadas por instituições ligadas aos militares chineses, em comparação com cerca de 60 nos Estados Unidos, relata o Wall Road Journal. Os militares dos EUA também estão a explorar enxames de drones, mas dão prioridade a drones individuais que operam ao lado de soldados humanos. Os especialistas observam que a combinação da IA ​​​​e uma vasta cadeia de abastecimento de drones da China poderia permitir ao ELP dominar as defesas inimigas em cenários como um conflito por Taiwan. “Você poderia facilmente ter essa quantidade densa de poder de fogo lá em cima, apenas escaneando e procurando constantemente e tornando muito difícil para Taiwan conduzir operações defensivas”, disse Stacie Pettyjohn, do Centro para uma Nova Segurança Americana.Os pensadores militares chineses veem a IA como uma solução para as limitações humanas, mas alguns alertam para os perigos. “Uma vez que um sistema de armas de inteligência synthetic produz riscos à segurança, a ‘caixa preta do algoritmo’ pode tornar-se uma desculpa racionalizada para as partes responsáveis ​​relevantes se esquivarem da responsabilidade”, escreveu Zhu Qichao, da Universidade de Defesa Nacional da China.

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