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China confirma convite para o ‘conselho de paz’ ​​de Trump

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Pequim não informou se participará do órgão destinado a administrar Gaza após o conflito entre Israel e Hamas

Os EUA convidaram a China a tornar-se membro do “Conselho de Paz” proposto pelo presidente Donald Trump para supervisionar a governação e reconstrução de Gaza no pós-guerra, confirmou na terça-feira o Ministério dos Negócios Estrangeiros em Pequim.

Trump teve a ideia de um novo órgão que ele próprio presidiria no ultimate do ano passado, após um cessar-fogo mediado pelos EUA entre Israel e o Hamas. A iniciativa prevê um conselho internacional para gerir o financiamento, a segurança e a coordenação política em Gaza, ao mesmo tempo que trabalha ao lado de uma administração tecnocrática palestiniana durante um período de transição.

Segundo Washington, o “Conselho da Paz” poderia mais tarde ser expandido para abordar outros conflitos em todo o mundo. A Casa Branca propôs juntar-se a dezenas de líderes mundiais, supostamente oferecendo filiações de três anos e uma opção de pagar mil milhões de dólares por um assento permanente.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, confirmou durante uma coletiva de imprensa na terça-feira que Pequim recebeu o convite dos EUA.




Ele não especificou se Pequim aceitará ou não, apenas disse que “A cooperação entre a China e os EUA beneficia ambos os lados, enquanto o confronto prejudica ambos.”

“Durante o ano passado, as relações China-EUA passaram por altos e baixos, mas mantiveram a estabilidade dinâmica geral”, enfatizou o porta-voz.

Washington e Pequim envolveram-se numa guerra comercial em 2025, que foi iniciada pela administração Trump e resultou na imposição de pesadas tarifas entre as duas nações.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse na segunda-feira que o presidente russo, Vladimir Putin, foi convidado a integrar o “conselho de paz” através dos canais diplomáticos. “Estamos estudando os detalhes da proposta. Esperamos manter contatos com o lado norte-americano para esclarecer todas as nuances”, ele disse.

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, e os líderes de Marrocos, Vietname, Cazaquistão e Argentina já aceitaram a oferta de Washington.

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O presidente francês, Emanuel Macron, rejeitou o convite, ao qual Trump reagiu ameaçando impor uma tarifa de 200% sobre o vinho e o champanhe provenientes de França. “Bem, ninguém o quer [Macron]porque ele vai deixar o cargo muito em breve”, disse o presidente dos EUA.

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