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A turnê de 28 dias do iShowSpeed ​​pela África desperta o debate world sobre estereótipos, representação e o poder da transmissão ao vivo

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O iShowSpeed ​​percorreu 20 países africanos em 28 dias, transmitindo ao vivo diariamente para milhões de telespectadores. Muitos jovens fãs dizem que a viagem desafiou estereótipos e mostrou a cultura, a tecnologia e a diversidade de África. Os especialistas concordam que a exposição oferece uma nova perspectiva, mas alertam que uma viagem viral não pode desfazer narrativas globais de longa knowledge sobre raça e representação.

Milhões assistiram enquanto o iShowSpeed ​​corria pelas ruas, ria com estranhos e fazia perguntas não filtradas em toda a África. Sua turnê de transmissão ao vivo de 28 dias foi rápida e parecia crua. Para muitos jovens telespectadores, foi a primeira vez que África apareceu não como uma manchete sobre a crise, mas como um lugar cheio de barulho, humor e vida quotidiana. Esse contraste foi o que fez a turnê chegar tão poderosamente on-line.As transmissões não seguiram um roteiro. Pace ​​reagiu em tempo actual, às vezes confuso, às vezes surpreso. Na Etiópia, ele parou no meio da conversa quando um guia explicou que o país segue um calendário diferente. Ao saber que o ano native period 2018 e não 2026, ele riu e perguntou: “Então, tenho 13 anos de novo?” Momentos como esse se espalham rapidamente, transformando a curiosidade em conversa e atraindo milhões de telespectadores diariamente.

Milhões assistiram ao iShowSpeed ​​explorar a África, mas especialistas dizem que a história é mais complexa

Dois adolescentes canadenses que acompanharam a turnê dizem que ela desafiou ideias que haviam absorvido sem questionar. Evelyn Tang disse que ver Pace ​​explorar museus e interagir com a robótica na Etiópia a forçou a repensar o que ela supunha sobre a tecnologia no continente. “As pessoas geralmente têm uma visão tacanha de África como um continente do Terceiro Mundo sem tecnologia”, disse ela. Ela acrescentou que os riachos faziam a África parecer vibrante e viva, não distante ou plana.

transmissão irl na Namíbia 🇳🇦 (Finale)

Outra telespectadora, Eccaia Sampson, disse que a visita a ajudou a compreender como os países africanos são diferentes uns dos outros. “É como se as pessoas presumissem que o Canadá é apenas neve em todos os lugares”, explicou ela. Ver Pace ​​passar dos safaris no Botsuana para as movimentadas ruas da cidade em outros lugares deixou essas distinções claras.Os estudiosos dos meios de comunicação concordam que o impacto é actual, mas limitado. Wallace Chuma, professor da Universidade da Cidade do Cabo, disse que o conteúdo de Pace ​​oferece uma ruptura com a cobertura focada na guerra e na pobreza. “Os meios de comunicação tradicionais mostram frequentemente pessoas africanas em situações de risco de vida para invocar piedade”, disse ele. Em contraste, Pace ​​mostrou momentos comuns, o que ajuda as pessoas a verem os africanos como participantes activos nas suas próprias vidas.Ainda assim, outros alertam contra o exagero da mudança. Warren Clarke, da Universidade de Manitoba, disse: “Sim, é o Mês da História Negra e sim, temos um streamer de alta popularidade, mas isso não significa que a narrativa mudou”. Ele argumentou que visões profundamente enraizadas sobre raça e identidade negra não podem ser desfeitas por uma turnê viral.A jornada de Pace ​​abriu uma porta. O que acontece a seguir depende de quem passa por ele e até onde está disposto a ir além do riacho.

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