A atividade photo voltaic permanece elevada esta semana, moldada em grande parte por uma região persistente de manchas solares e pelo fluxo constante de materials photo voltaic que ela liberou. Medições do Centro de Previsão do Clima Espacial dos EUA mostram atividade contínua de explosões e um vento photo voltaic perturbado passando pela Terra. Nada disso aponta para tempestades geomagnéticas extremas, mas é suficiente para manter ativa a alta atmosfera. Atualmente, os efeitos manifestam-se principalmente perto dos pólos. NOAA descreve a situação como fluida e não dramática. O native onde as auroras podem ser visíveis depende do tempo, da escuridão e da cooperação do céu durante as longas noites de inverno no norte.
A elevada atividade photo voltaic mantém as auroras visíveis regiões de alta latitude
Espera-se que as auroras permaneçam em grande parte confinadas de 5 a 7 de fevereiro às regiões de alta latitude, incluindo o Alasca, norte do Canadá, Groenlândia e partes da Escandinávia. Esses lugares ficam sob o oval auroral typical e tendem a responder primeiro quando o campo magnético da Terra fica instável. Mesmo perturbações modestas podem produzir luz visível ali, embora nada seja garantido. O céu limpo ainda é importante, assim como a escuridão. O clima espacial pode criar as condições necessárias, mas a cobertura de nuvens ou a luz do dia também podem encerrar abruptamente o espetáculo.
A atividade photo voltaic continua a alimentar o sistema auroral
O padrão atual remonta à atividade contínua de um único grupo dominante de manchas solares. Nos últimos dias, produziu várias explosões fortes e várias erupções que enviaram partículas carregadas para fora. Parte desse materials já passou pela Terra, agitando ligeiramente o campo magnético. Os efeitos são leves, não do tipo que desencadeia grandes tempestades, mas o suficiente para manter a energia fluindo para a alta atmosfera, onde as auroras tomam forma.
Como os mapas da aurora mostram intensidade e localização
Os mapas de previsão geralmente mostram a atividade auroral como um oval verde enrolado em torno do pólo magnético da Terra. Essa forma marca onde as exibições são mais prováveis. Quando as condições se tornam mais ativas, o oval fica mais claro e pode mudar de cor, às vezes ficando vermelho para sinalizar uma intensidade mais forte. Os mesmos mapas também mostram áreas diurnas em tons mais claros, um lembrete de que as auroras ficam ocultas quando o Sol nasce. A maior parte da visualização acontece após o pôr do sol ou antes do nascer do sol, nas regiões mais calmas da noite.
A visibilidade pode se estender muito além do oval
As Auroras nem sempre precisam estar acima da cabeça. Quando as exibições ficam mais claras, às vezes elas podem ser vistas de longe do oval principal, aparecendo baixas ao longo do horizonte a centenas de quilômetros de distância. Esses momentos são breves e dependem da combinação de muitos pequenos fatores. Por enquanto, a atividade parece constante e não expansiva, mantendo a maioria das auroras ancoradas nos céus do extremo norte, com indícios ocasionais em vez de exibições de grande alcance.













