CORTINA D’AMPEZZO, Itália – A World Curling recuou no domingo em sua decisão de aumentar a arbitragem nas Olimpíadas de Inverno após alegações de trapaça, dizendo que as autoridades agora monitorariam ativamente as violações apenas a pedido das equipes.
Na sexta-feira, a seleção masculina da Suécia acusou os curlers canadenses de tocarem duas vezes nas pedras, provocando um confronto acalorado entre os jogadores e um subsequente frenesi na mídia.
Em resposta, a World Curling disse inicialmente que o restante da competição olímpica teria oficiais monitorando a linha do porco, o ponto onde os rolinhos devem se soltar durante o parto, mas mudou sua postura no domingo, após negociações com os Comitês Olímpicos Nacionais.
Desde que os árbitros foram colocados na linha do porco no sábado, a saltadora canadense Rachel Homan e o curling masculino britânico Bobby Lammie tiveram pedras removidas do jogo devido a supostas violações.
Homan criticou no sábado a decisão das autoridades de remover sua pedra durante a derrota para a Suíça, dizendo que period “uma loucura”.
“Após uma reunião com representantes dos Comitês Olímpicos Nacionais concorrentes, uma atualização no protocolo de monitoramento de pedras foi confirmada, começando com a sessão noturna de domingo, 15 de fevereiro”, disse a World Curling em comunicado.
“Essa mudança no protocolo fará com que os dois árbitros que anteriormente monitoravam ativamente as entregas dos atletas permanecessem disponíveis no campo de jogo, mas agora só monitorarão as entregas dos atletas a pedido das equipes concorrentes”.
O sistema parece semelhante ao método anterior de monitoramento de violações, em que os árbitros seriam colocados na linha dos suínos para observar as entregas em três etapas se houvesse reclamação de qualquer uma das equipes.
–Reuters, especial para Subject Degree Media













