Quando o disco cair para dar início à ultimate do hóquei feminino na quinta-feira em Milão, a equipe do Canadá e a equipe dos EUA se encontrarão pela sexta vez no jogo da medalha de ouro olímpica.
É o confronto ultimate que todos esperávamos – essas duas nações encontraram o ouro em jogo em todos os torneios olímpicos, exceto um, com o Canadá agora a uma vitória de defender seu lugar no topo do trono.
Para ajudar a configurar mais uma edição da melhor rivalidade do hóquei, nos aprofundamos nos números – desde os mensuráveis dos jogadores e o tempo no gelo até quantos dias se passaram desde que o Canadá venceu pela última vez a equipe dos EUA e o histórico impressionante de Marie-Philip Poulin em finais olímpicas.
Aqui estão alguns números importantes neste confronto histórico antes do lançamento do disco às 13h10 horário do leste dos EUA.
Canadá x EUA ao longo dos anos
Essas equipes se enfrentaram em 23 das 24 finais de campeonatos mundiais e agora em seis dos sete jogos olímpicos pela medalha de ouro. Aqui estão algumas das estatísticas e registros históricos por trás dessa rivalidade incomparável.
1,75 —Média de gols por jogo registrados por Poulin em finais de medalhas de ouro olímpicas (em quatro partidas). Em 26 jogos olímpicos de carreira no complete, ela marcou a um ritmo de 1,5 gols por jogo.
2 — Número de vezes que a ultimate olímpica foi para prorrogação (ou além). O Canadá venceu no OT em Sochi 2014, e a equipe dos EUA venceu nos pênaltis em 2018.
2 — O maior diferencial de gols em qualquer ultimate olímpica Canadá-EUA da história; quatro dos seis encontros anteriores neste jogo foram decididos por um único golo.
3 – Vencedores da medalha de ouro olímpica marcados por Poulin (em 2010, ’14 e ’22), o maior número de qualquer jogador de hóquei de todos os tempos. Três é também o número de medalhas de ouro olímpicas que o número 29 possui, o maior número de qualquer jogador competindo.
5 – As aparições olímpicas de Poulin e da atacante americana Hilary Knight, a maior de todos neste jogo pela medalha de ouro e na história. Ao todo, nove mulheres participaram de cinco torneios olímpicos, incluindo Hayley Wickenheiser e Jayna Hefford. Tanto Wickenheiser quanto Hefford são quatro vezes medalhistas de ouro olímpicos.
7 — Número de jogos consecutivos que o Canadá perdeu para a equipe dos EUA rumo à ultimate da medalha de ouro olímpica de 2026, desde a Rivalry Sequence do ano passado.
8 — Número de jogos consecutivos que o Canadá perdeu para a equipe dos EUA rumo à ultimate da medalha de ouro olímpica de 2002, que os canadenses venceram por 3-2. (Em outras palavras, este não é um território novo para os Canucks.)
20 – Gols marcados por Poulin nas Olimpíadas, que é o maior número de todos os tempos no hóquei feminino, um recorde que ela estabeleceu ao empatar um par na vitória do Canadá por 2 a 1 na semifinal sobre a Suíça, na segunda-feira.
32 – Pontos na carreira que Knight registrou nas Olimpíadas, o maior número de qualquer mulher americana de todos os tempos. Quinta-feira será o último jogo olímpico disputado pelo ex-medalhista de ouro e três de prata neste palco. Um dia antes da ultimate, Knight pediu em casamento sua namorada, a patinadora olímpica Brittany Bowe (e Bowe disse que sim!)
39 – Whole de pontos na carreira que Poulin registrou nas Olimpíadas, o segundo de todos os tempos, atrás dos 50 de Wickenheiser.
376 — Dias desde a última vez que os canadenses venceram o time dos EUA. Eles conseguirão quebrar a seqüência ininterrupta na quinta-feira?
Fita a fita: composição da escalação olímpica de 2026
Uma das maiores histórias dessas Olimpíadas de Inverno é a juventude da equipe dos EUA em comparação com a experiência do Canadá e, bem… a idade avançada. Vamos dar uma olhada exatamente em como essas equipes se comparam em termos de idade e outros fatores mensuráveis que ajudam a contar a história de como essas escalações foram construídas.
5 — Membros da equipe dos EUA do Estado de Hóquei, tornando Minnesota o estado mais representado na seleção americana.
1,50 metro — A altura dos jogadores mais baixos no jogo da medalha de ouro, os atacantes americanos Cayla Barnes e Kendall Coyne Schofield.
1,80 metro — A altura da jogadora mais alta na disputa pela medalha de ouro, a zagueira americana Laila Edwards. A estreante olímpica de 22 anos tem sido excelente em sua estreia, ficando em terceiro lugar geral na pontuação do torneio, com sete pontos em seis jogos.
7 — Os jogadores americanos ainda jogam hóquei universitário, em comparação com zero no Canadá.
12 — Estreantes olímpicos se preparando para a equipe dos EUA, incluindo os três goleiros e a artilheira do torneio, a zagueira Caroline Harvey. O Canadá tem sete estreantes olímpicos, incluindo a zagueira Kati Tabin, de 28 anos, a estreante mais velha competindo.
14 — Jogadores do elenco canadense de Ontário, a província mais representada na ultimate.
20 — Idade da atacante americana Pleasure Dunne, a mais jovem competidora no jogo da medalha de ouro.
25,8 — Idade média do elenco americano de 23 mulheres.
29.2 – Idade média do elenco canadense de 23 mulheres (3,4 anos mais velho que o time dos EUA).
37 — Idade da zagueira canadense Jocelyne Larocque, a competidora mais velha na disputa pela medalha de ouro.
126 libras. — Peso do atacante canadense Kristin O’Neill e do americano Coyne Schofield, tornando-os os jogadores mais leves no gelo.
190 libras – peso de Edwards; ela é a jogadora mais pesada no gelo.
Estatísticas que contam a história dos Jogos de 2026
A história favorece a equipe do Canadá quando essas nações se enfrentam, mas olhar as estatísticas do Milano Cortina 2026 nos mostra exatamente por que os americanos são os favoritos ao ouro antes deste confronto ultimate.
0,983 – A porcentagem de defesas do goleiro titular da equipe dos EUA, Aerin Frankel, cuja linha de estatísticas sobrenatural em quatro partidas em Milano Cortina inclui uma média de 0,25 gols sofridos e três derrotas – incluindo uma contra o Canadá.
.901 – A porcentagem de defesas de Ann-Renee Desbien em quatro partidas, que é a nona melhor nestes Jogos. (Seus 1,81 gols sofridos por jogo ocupam o terceiro lugar.) A titular canadense entrou no torneio invicta no nível olímpico, mas sofreu sua primeira derrota nas eliminatórias contra os americanos. Desbiens, 31, está agora com 9-1 nesta fase.
1 — Número de gols marcados contra a seleção dos EUA em seis jogos nestas Olimpíadas. O gol foi marcado pela tcheca Barbora Jurickova no primeiro dia do torneio feminino, e as norte-americanas fecharam as portas desde então.
4 — Gols marcados pela atacante da equipe dos EUA Hannah Bilka, tornando-a a atual líder em gols do torneio. Dois desses gols foram contra o Canadá na fase preliminar.
5-0 – O placar ultimate da vitória desigual da equipe dos EUA sobre o Canadá no spherical robin da semana passada, que marcou a maior margem de vitória dos americanos sobre o Canadá nas Olimpíadas e a primeira vez que os canadenses foram excluídos neste nível.
7 — Número de americanos listados na tabela de classificação dos 10 primeiros pontos. Apenas um Canuck entrou na lista (Daryl Watts, em segundo lugar).
8 – O complete de pontos de Watts nestes Jogos, que a coloca em segundo lugar em todo o torneio. O atleta olímpico estreante tem sido o melhor craque do Canadá, com seis melhores ajudantes do time.
8 — Número de gols marcados pelos defensores da Seleção dos EUA no torneio, o que representa mais de um quarto dos gols do clube. Para efeito de comparação, o Canadá tem lutado para produzir muito ataque em sua própria linha azul, com Claire Thompson sendo a única defensora a marcar para os Canucks.
9 — A zagueira da seleção dos EUA, Carolina Harvey, lidera o torneio olímpico em pontos, marcando nove em seis jogos. Ela também lidera o torneio em assistências, com sete.
12 — O número de artilheiros diferentes da Seleção do Canadá nessas Olimpíadas. Seis deles marcaram vários gols.
15 — O número de artilheiros diferentes da equipe dos EUA, 11 dos quais registraram jogos com vários gols nas Olimpíadas.
18 — O número de patinadores canadenses (de 20) que marcaram pelo menos um ponto em Milano Cortina.
19 — O número de patinadores americanos que marcaram pelo menos um ponto no torneio.
21:24 — Tempo médio no gelo da zagueira canadense Renata Quick, tornando-a a patinadora mais ocupada do time.
22:31 – O tempo médio de gelo por jogo líder da equipe de Harvey, aumentando seu argumento para o MVP da equipe dos EUA neste torneio.
31 — Número complete de gols marcados pela equipe dos EUA nas Olimpíadas. O Canadá ocupa o segundo lugar no complete de gols marcados, com 21.
36,84 – A porcentagem de energy play líder do torneio no Canadá, o que lhe deu uma vantagem ofensiva actual, já que rotineiramente faz os adversários pagarem pelos pênaltis. (A equipe dos EUA empatou mais pênaltis do que qualquer outra pessoa, mas tem lutado para lucrar com a vantagem em relação aos seus rivais ao norte da fronteira, com uma quarta melhor taxa de sucesso de 20 por cento.)
70,94 – A porcentagem de vitórias em confrontos diretos de Alex Carpenter, que supera por pouco o segundo melhor 69,09 de Poulin.











