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Equipe Unhealthy-Timing: os melhores canadenses que perderão as Olimpíadas anteriores

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Não ter uma competição entre os melhores nas Olimpíadas por dois ciclos foi um golpe para todos os fãs de hóquei. Mas para um grupo específico de jogadores de hóquei canadenses, foi um verdadeiro soco no estômago.

É muito fácil perceber, com base na forma como reagem ao serem nomeados para uma selecção nacional, que representar o seu país é extremamente significativo para os jogadores. A infeliz contradição é perder sua melhor probability de fazê-lo só porque o pico de sua carreira coincidiu com os Jogos Olímpicos de Inverno de 2018 e/ou 2022, quando os jogadores da NHL não participaram.

À medida que a excitação aumenta com o início do torneio masculino na Itália, certamente há um grupo de jogadores canadenses da NHL que estarão sintonizados em locais calorosos pensando: “Eu deveria ter tido a minha vez de fazer isso”.

O objetivo aqui é identificar um grupo de caras que têm maior direito a esse sentimento. Fazer parte de qualquer equipe olímpica canadense no passado – mesmo como atacante further ou terceiro goleiro – torna você inelegível para esta lista.

Para ser claro, não estamos falando de desprezos para o elenco de 2026. Por mais decepcionante que seja para Connor Bedard não ter an opportunity desta vez, ele certamente estará lá no futuro.

Trata-se de reconhecer jogadores canadenses que, se houvessem ocorrido Olimpíadas com jogadores da NHL em 2018 ou 2022, teriam uma grande probability de fazer parte de um ou de ambos os occasions. Neste ponto, porém, eles estão aposentados ou em um momento de suas carreiras em que – especialmente se você está tentando quebrar a equipe do Canadá – o sonho olímpico passou por eles.

Com isso em mente, vamos a alguns nomes.

Para ser honesto, a situação de Stamkos não captura verdadeiramente o espírito do que buscamos aqui, mas vale a pena abordar e esclarecer isso desde o início. Stamkos teria sido um jogador obrigatório na equipe de 2014 para os Jogos de Sochi se não tivesse quebrado a perna em novembro da temporada 2013-14. O momento da carreira não lhe negou uma probability olímpica; uma lesão inoportuna o fez.

As lesões, é claro, continuaram a ser uma história durante a carreira de Stamkos e – em 2017-18, quando as Olimpíadas foram realizadas na Coreia do Sul sem jogadores da NHL – ele marcou modestos 27 gols depois de ter sido limitado a apenas 17 jogos na temporada anterior. Dito isso, quando os Jogos Olímpicos de Inverno foram realizados na China em 2022 sem jogadores da NHL, Stamkos teve uma temporada de 106 pontos, o recorde de sua carreira, em Tampa e certamente teria conquistado uma vaga no elenco aos 31 anos.

O’Reilly estava completando 27 anos no momento em que as Olimpíadas de Inverno de 2018 estavam começando. Ele já construiu uma reputação brilhante como um centro de mão dupla, e você sabe o quanto as pessoas que escolhem as seleções nacionais amam jogadores responsáveis ​​​​que podem desempenhar um papel defensivo em um elenco repleto de superestrelas. Dezesseis meses após os Jogos de PyeongChang, O’Reilly ganhou o Troféu Conn Smythe com o St. Louis Blues, o que elevou sua reputação de centro faz-tudo a um nível totalmente diferente. Em 2022, ele ainda estava no auge e teria trazido todos os tipos de experiência em grandes jogos para a China. Caramba, você não consegue imaginar O’Reilly ainda fazendo o trabalho no time de 26 aos 35 anos?

Começaremos com Holtby, mas use isso como um espaço abrangente para falar sobre alguns outros puckstoppers.

Holtby se consolidou como um dos melhores goleiros da liga na temporada após os Jogos de 14 e venceu o Vezina de 2016. Embora ele tenha dado um passo para trás durante a campanha de 2017-18 e realmente tenha perdido o emprego de titular em Washington, ele acabou liderando os Caps à Copa naquela primavera. Seu trabalho o tornaria um candidato muito provável a uma vaga na equipe de 2018.

Outro goleiro que estava em alta naquele momento foi Matt Murray. Vindo de duas Copas consecutivas com os Penguins em 2016 e 2017, as credenciais de Murray nos grandes jogos eram indiscutíveis.

Vale ressaltar também que Corey Crawford – duas vezes vencedor da Copa pelo Chicago – foi um dos melhores goleiros da liga em 2017-18, mas foi nesse inverno que ele começou a sofrer de vertigens. Se não fosse por essa condição, ele também teria recebido séria consideração para preencher a rede atrás do cara que ganhou o ouro em 2014, Carey Worth.

Quanto a 2022, quando Worth foi supostamente eliminado graças a uma lesão no joelho, os goleiros da mistura – Marc-Andre Fleury, Mike Smith, Darcy Kuemper, Jordan Binnington – não se qualificam para nossa lista aqui porque todos receberam uma indicação olímpica em 2010 (Fleury), 2014 (Smith) ou desta vez para a Itália (Binnington, Kuemper).

Burns basicamente jogou todos os seus 20 anos sem receber nenhuma consideração do Troféu Norris, em parte porque às vezes alinhava como atacante durante essa fase de sua carreira. Entre 2014 e 2018, porém, o jogo de Burns no back-end melhorou e as pessoas começaram a realmente apreciar o que ele trouxe. Ele foi finalista do Norris em 2016 e ganhou o troféu no ano seguinte. Em 2018, você deve pensar que o grande e certeiro jogador de linha azul – membro da seleção canadense da Copa do Mundo de 2016 – teria conquistado uma vaga para si na equipe olímpica.

Ainda mais do que Burns, Giordano começou tarde e só teve seus melhores anos na NHL aos 30 anos. Ele estava batendo na porta em 2014 e só melhorou depois disso. Em 2019, uma temporada após os Jogos Olímpicos de Inverno na Coreia do Sul, Giordano ganhou o Troféu Norris aos 35 anos. Sua patinação mundial e capacidade de jogar em qualquer situação podem ter feito dele um terceiro par perfeito ou sétimo D-man para as Olimpíadas de 2018.

Giroux foi um garanhão de pontos por jogo em seus 20 e poucos anos em 2014, mas isso às vezes ainda não é suficiente para quebrar o time do Canadá. Quatro anos depois, porém, Giroux period um candidato legítimo a MVP – ele terminou em quarto lugar na votação do Hart Trophy em 2017-18 – que registrou a melhor temporada da carreira com 102 pontos. É difícil imaginar que, aos 30 anos, ele não teria encontrado uma vaga em um dos gols do Canadá no inverno de 2018.

Logan Couture, centro/ala

Um atacante responsável e de duas vias, Couture registrou 34 gols, o melhor da carreira, aos 28 anos em 2017-18. Couture fez parte da seleção canadense para a Copa do Mundo de 2016 e, no auge de seus poderes, poderia ter sido um ala de primeira linha no clube olímpico, um pivô de quarta linha ou qualquer coisa intermediária.

Corridor teve o melhor ano de sua carreira durante a temporada 2017-18, o que lhe valeu a vitória no Hart Trophy no remaining da campanha. No geral, a primeira escolha geral de 2010 não produziu o resultado que esperávamos que ele faria naquela época, mas sua melhor exibição na NHL coincidiu com um ano olímpico e Corridor – especialmente com aquele pedigree de alto draft – certamente teria se espremido na equipe canadense de 2018 aos 26 anos.

A temporada ofensiva de Couturier ocorreu durante 2017-18, quando ele marcou 31 gols e 76 pontos aos 25 anos. Ele também terminou em segundo lugar na votação do Troféu Selke naquele ano, uma prova de suas habilidades sufocantes como verificador. Dois anos depois, ele ganhou o prêmio. Seria difícil competir com nomes como Patrice Bergeron, Ryan O’Reilly e Logan Couture por esse papel de cara responsável e faz tudo na equipe, mas uma coisa que Couturier tinha sobre os outros caras é sua estrutura de um metro e oitenta. Ele teria dado uma olhada longa e dura em 2018.

Letang foi um jogador de destaque em 2014, tendo vencido a Copa de 2009 em Pittsburgh. Na época, porém, as pessoas ainda se preocupavam com as falhas defensivas em seu jogo. Em 2018, Letang construiu um currículo muito mais forte graças a um fantástico desempenho pós-temporada em 2016, quando os Penguins conquistaram seu segundo título da Period Sid-Geno-Letang. Letang teria pressionado muito por uma vaga em 2018, quando tinha 30 anos.

O avanço ofensivo de Seguin ocorreu na temporada 2013-14, mas aos 22 anos ele ainda não estava entrando no time de 14. Em 2018, aos 26 anos, ele estava firmemente estabelecido como um jogador ofensivo de alto nível na NHL. Sua habilidade de jogar como centro e ala o teria ajudado, mas ainda assim teria sido uma batalha para entrar no elenco de 18.

Não deixe que o preconceito recente apague de sua mente o quão produtivo Huberdeau foi durante seu último ano na Flórida. O único jogador canadense em 2021-22 que terminou com mais pontos do que os 115 de Huberdeau foi Connor McDavid, com 123, e ninguém de nenhum país superou suas 85 assistências. Huberdeau – que tinha 28 anos quando os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 foram realizados – period um ala grande e criativo que poderia ter trazido uma dimensão ofensiva séria a uma das duas ou três primeiras linhas do Canadá.

Encerraremos com Scheifele como uma espécie de suporte para Stamkos porque, pela letra da lei, Scheifele não se encaixa perfeitamente na definição do que buscamos com esta lista. Não é que o jogo de Scheifele atingiu o pico quando os jogadores da NHL ficaram em casa – ele está no caminho para os 99 pontos, o melhor da carreira, aos 32 anos – é só que ele não conseguiu uma vaga no elenco do Canadá, nem para o confronto das 4 nações, nem desta vez para as Olimpíadas.

Ainda assim, você tem que pensar – com mais duas tentativas em 2018 e 22 – Scheifele teria ganhado uma vaga.

Quem sabe? Talvez ele ainda esteja forte em 2032, aos 36 anos, e finalmente consiga viver o sonho olímpico.

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