Akshay Padmanabhan se apresentando no Sri Parthasarathy Swamy Sabha | Crédito da foto: RAGHUNATHAN SR
Os aspectos louváveis do concerto de Akshay Padmanabhan para Sri Parthasarathy Swami Sabha foram a sua voz, a escolha do kritis e a forma como estruturou um concerto bem equilibrado.
Akshay abriu seu recital com o varnam de Lalgudi Jayaraman em Nalinakanti e encerrou com a tiltana de Lalgudi em Khamas. Seguiu-se ‘Sri varalakshmi’ de Muthuswami Dikshitar em Sri ragam.
Após uma breve descrição de Bilahari, Akshaya apresentou o fashionable ‘Paritana michchithe’ de Tyagaraja. Ele optou por um breve niraval no ‘Rokkami chutakula’ e acrescentou algumas rodadas de swaras no pallavi.
O vocalista estava acompanhado por Ajay Gopi no mridangam, Sathya Ganesh no ghatam e VSP Gayatri Sivani no violino | Crédito da foto: RAGHUNATHAN SR
Raga Mukhari foi contratado para detalhamento. Foi um bom exercício, mas mais algumas seções de frases de repouso teriam dado uma vantagem. Ele escolheu ‘Muripemu galigegada’ de Tyagaraja e fez justiça tanto à imagem raga quanto à emoção elegant do kriti. ‘Ituleni malayamarutamuche’ acabou sendo sua escolha para niraval e também para swaraprastara. Depois de algumas rodadas rápidas, os swaras centrados no panchamam adicionaram brilho additional à versão.
O interlúdio foi ‘Renukadevi samrakshitoham’, uma composição rara de Muthuswami Dikshitar em raga Kannada Bangala.
Sua escolha da raga principal foi Thodi, que oferece imenso espaço para um músico explorar e improvisar. Akshay aventurou-se sem pressa no ensaio do raga e destacou todas as nuances do raga. O kriti escolhido foi ‘Sri Krishnam bhaja manasa satatam’ de Dikshitar. A escassez de tempo fez Akshay ir direto para o segmento swara em ‘Pankajaasanaadi devamahitam’.
VSP Gayatri Sivani no violino acompanhou o vocalista em perfeita sincronia. Suas respostas raga e swara foram medidas e amadurecidas. Ajay Gopi no mridangam e Sathya Ganesh no ghatam tiveram trocas agradáveis no tani.
Publicado – 2 de janeiro de 2026, 11h27 IST












