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Jeremy Clarkson rebate a BBC depois de ser ‘dispensado publicamente’

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Jeremy Clarkson propôs uma nova versão radical da BBC (Foto: Jakub Porzycki/NurPhoto by way of Getty Pictures)

Jeremy Clarkson mirou no BBCrevisitando a sua controversa saída da corporação ao mesmo tempo que lança um ataque mais amplo ao que considera o fracasso da radiodifusão britânica.

Escrevendo em sua coluna de jornal para Os temposClarkson diz que embora muitos possam esperar que ele “lançe um ​​discurso de abuso” contra a BBC porque ela “deixou-me ir publicamente”, ele insiste que não guarda rancor.

Na verdade, ele afirma que sua vida “melhorou imensamente” desde que deixou a corporação, acrescentando que assistir aos acontecimentos na BBC desde então o deixou se sentindo “um pouquinho presunçoso”.

“Quando eu estava lá, period visto como o maior dangerous boy”, escreve Clarkson, lembrando como ele esteve “para sempre” nos jornais por uma transgressão ou outra, com o produtor Andy Wilman sendo repetidamente chamado para responder por seu comportamento.

Na época, diz ele, ele period visto como um problema sério dentro da Broadcasting Home, antes mesmo de ser demitido por envolvimento em uma briga com um produtor em 2015.

Mas, em retrospectiva, Clarkson argumenta que as suas controvérsias são insignificantes em comparação com o que ele descreve como escândalos muito mais sérios que surgiram na BBC.

Programa de televisão: Top Gear. Richard Hammond, Jeremy Clarkson e James May.
Clarkson foi apresentador do High Gear na BBC até ser ‘demitido’ em 2015 (Foto: BBC)

Ele caracteriza seu próprio comportamento como o de um ‘canalha travesso’, contrastando-o com os crimes e a má conduta de figuras como Jimmy Savile, Rolf Harrise Huu Edwardsenquanto ele estava, observa ele, sendo repreendido por questões comparativamente triviais – incluindo nomear seu cachorro como Didier Dogba.

Clarkson continua listando o que ele vê como uma série de falhas editoriais e morais na BBC nos últimos anos, incluindo a controversa edição de um discurso de Donald Trumpa utilização de um repórter em Gaza com alegadas ligações ao terrorismo, e o que ele chama de um episódio “lamentável” de Panorama examinando o racismo no policiamento.

Ele também mira Russell T Davies, acusando-o de ‘arruinar’ Physician Who com um ‘diálogo desastrado sobre mudanças climáticas’, e critica a transmissão de um artista de Glastonbury cantando ‘morte às FDI’.

Sem merchandising. Somente para uso editorial. Sem uso de capa de livro. Crédito obrigatório: Foto de Amazon/Everett/Shutterstock (14210324o) CLARKSON'S FARM, Jeremy Clarkson, (Temporada 1, exibida em 10 e 11 de junho de 2021). foto: ?Amazon / Cortesia da coleção Everett Coleção Everett - 2021
Desde então, ele obteve sucesso com Clarkson’s Farm (Foto: Amazon/Everett/Shutterstock)

Segundo Clarkson, estas falhas cumulativas tiveram consequências tangíveis.

Ele afirma que a BBC sofreu as “piores classificações de sempre no dia de Natal” e perdeu mais de mil milhões de libras em receitas no ano passado, quando as famílias optaram por não assistir.

Tudo isto, argumenta Clarkson, levanta uma questão elementary: qual é o futuro da radiodifusão no Reino Unido?

No centro do seu argumento está a abolição dos horários tradicionais de televisão. Clarkson critica as milhares de horas de programação diurna de baixo custo que as emissoras são obrigadas a produzir simplesmente para preencher o tempo de transmissão.

Clarkson sugeriu que a BBC se concentrasse no financiamento de dramas ambiciosos e de alta qualidade (Foto: Richard Baker / In Footage by way of Getty Pictures)

Embora individualmente barato, argumenta ele, o grande quantity desse conteúdo drena recursos que poderiam financiar dramas ambiciosos e de alta qualidade, capazes de competir com programas como Landman.

Em vez disso, Clarkson propõe fazer menos programas, mas mais caros, todos hospedados no BBC iPlayer, que ele elogia como “uma das melhores tecnologias do ramo”.

Quanto a quem pagaria, Clarkson é direto: ‘Duh. Todos nós o faremos”, escreve ele, argumentando que o público já aceita modelos de assinatura de empresas como Apple e Disney.

Ele insiste que a Grã-Bretanha tem o talento criativo para rivalizar com os EUA, desde que se livre do que considera ser bagagem ideológica. “Think about uma adolescência toda semana”, sugere ele, referindo-se ao aclamado drama britânico.

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