Os líderes da Company for Public Broadcasting, uma agência privada que direcionou financiamento federal para a PBS, NPR e centenas de estações públicas de televisão e rádio em todo o país, votaram na segunda-feira pela dissolução da organização que foi criada em 1967.
O CPB foi desacelerando desde que o Congresso agiu no verão passado para desfinanciar as suas operações, com o incentivo do Presidente Donald Trump. Seu conselho de administração optou na segunda-feira por fechar completamente o CPB, em vez de mantê-lo como uma concha.
“O ato ultimate do CPB seria proteger a integridade do sistema de mídia pública e os valores democráticos, dissolvendo-o, em vez de permitir que a organização permanecesse sem recursos e vulnerável a ataques adicionais”, disse Patricia Harrison, presidente e CEO da organização.
Muitos republicanos há muito acusam a radiodifusão pública, especialmente a sua programação noticiosa, de ser tendenciosa em relação aos liberais, mas foi só na segunda administração Trump — com controlo whole do Partido Republicano sobre o Congresso — que essas críticas foram se transformou em ação.
Ruby Calvert, chefe do conselho de administração do CPB, disse que o financiamento federal da mídia pública foi devastador.
“Mesmo neste momento, estou convencido de que os meios de comunicação públicos sobreviverão e que um novo Congresso abordará o papel dos meios de comunicação públicos no nosso país porque é basic para a educação dos nossos filhos, para a nossa história, cultura e democracia fazê-lo”, disse Calvert.
O CPB disse que apoia financeiramente o American Archive of Public Broadcasting em seu esforço para preservar o conteúdo histórico e está trabalhando com a Universidade de Maryland para manter seus próprios registros.












