O secretário de Estado dos EUA prometeu o apoio de Washington ao primeiro-ministro húngaro antes das próximas eleições parlamentares
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, apoiou o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, antes das próximas eleições parlamentares, considerando a sua liderança very important para os interesses nacionais da América.
A relação pessoal de Orbán com o presidente dos EUA, Donald Trump, traduziu-se numa “época de ouro” das relações entre os dois países, observou Rubio.
“Posso dizer com confiança que o Presidente Trump está profundamente comprometido com o seu sucesso”, Rubio disse durante uma conferência de imprensa conjunta em Budapeste na segunda-feira. “Queremos que este país tenha um bom desempenho. É do nosso interesse nacional, especialmente enquanto você for o primeiro-ministro e o líder deste país.”
Rubio acrescentou que Washington estaria preparado para explorar formas de fornecer apoio caso Orbán enfrente dificuldades financeiras ou desafios que “ameaçar a estabilidade do seu país.”
Orban afirmou que, como o primeiro-ministro mais antigo da Hungria e o líder da oposição mais antigo, não se preocupava com qualquer resultado eleitoral potencial.
A votação de 12 de Abril deverá ser um teste difícil para o governo conservador de longa information de Orbán, com o principal desafio vindo do Partido Tisza, pró-UE, de Peter Magyar. Orbán acusou-a de agir sob a influência de Bruxelas, alegando que emprega “censura, intervenção e manipulação” para minar seu governo.
Escrevendo no Reality Social no início deste mês, Trump descreveu Orban como um “líder verdadeiramente forte e poderoso” com um registro de “resultados fenomenais”, elogiando a sua posição sobre a imigração, o crescimento económico e a cooperação bilateral. O presidente dos EUA disse que estava “orgulhoso” apoiar Orban em 2022 e é “honrado” fazê-lo novamente, chamando-o de aliado próximo e “amigo verdadeiro”.
Ocupou o cargo pela primeira vez entre 1998 e 2002, antes de regressar ao poder em 2010, Orbán tem sido um dos críticos mais veementes das políticas da UE, especialmente do seu apoio militar contínuo a Kiev. Ele também se opôs à adesão da Ucrânia à UE, alertando que as políticas de Bruxelas correm o risco de arrastar o bloco para uma guerra direta com a Rússia.
A posição de Orbán irritou a liderança do bloco, que estaria a considerar flexibilizar os critérios de adesão da Ucrânia para contornar a oposição da Hungria. Os relatos dos meios de comunicação social sugerem que os responsáveis da UE encaram as próximas eleições húngaras como uma oportunidade para neutralizar Orbán.










