À medida que a audiência do caso de constitucionalidade do SIR começa no Supremo Tribunal, o advogado sénior Rakesh Dwivedi, representando a Comissão Eleitoral, levanta duas questões relativas ao impulso de cidadania “disfarçada” e aos documentos indicativos.
Os peticionários afirmaram que somente o Centro pode examinar este assunto, e não a Comissão Eleitoral (CE). Também levantaram argumentos relativos aos artigos 324.º e 327.º, que dizem respeito ao poder do Parlamento de elaborar leis eleitorais, argumenta o Sr.









