SAN FRANCISCO – A mãe de Bobby Wagner sempre disse a ele que acreditava que ele chegaria à NFL, encorajando-o depois que seu filho foi demitido do único emprego que ele teve além do futebol.
O linebacker do Washington Commanders perdeu a mãe, Phenia Mae, por causa de complicações após um derrame em maio de 2009 – ela tinha apenas 47 anos. Seu trabalho de caridade honrando seu legado muito depois de sua morte, por meio de assistência financeira para pesquisa e reabilitação de derrame com o Fundo Phenia Mae, rendeu a Wagner o prêmio Walter Payton de Homem do Ano da NFL em 2025 na noite de quinta-feira.
Wagner gritou para o pai Bobby Sr. e agradeceu porque “eu não percebi o quão difícil period ser pai até que tive meus próprios dois filhos”.
Então ele voltou seu discurso emocionado para sua mãe.
“Não posso estar aqui e não falar sobre minha mãe”, disse ele. “Ela é e sempre será minha rocha, ela é a razão pela qual estou aqui. Ela é a pessoa que confiou em mim quando eu nem mesmo tinha confiança.”
Wagner contou como teve seu único outro emprego por cerca de um mês antes de ser demitido. Sua mãe perguntou por que ele estava trabalhando, ao que ele disse que estava tentando contribuir com a família.
A resposta dela: “Não, eu realmente sinto que você pode chegar à liga e quero que você se concentre nisso”.
“E ela disse: ‘Peguei você’”, disse ele. “Essas palavras sempre ressoam em meus ouvidos. Toda vez que tento ajudar alguém, toda vez que vejo alguém necessitado, eu digo: ‘Peguei você'”.
Wagner, de 35 anos, quase não compareceu às festividades do NFL Honors de quinta-feira.
“Eu realmente não pensei que iria ganhar este prêmio. Para ser honesto, quase nem ganhei”, disse ele, “estou feliz por ter ganhado.”












