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O vazamento do iPhone dobrável finalmente revela uma bateria que não dobra sob pressão

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Durante anos, o conceito de um iPhone dobrável pareceu um pouco com o Pé Grande – todos afirmam ter visto sinais disso, mas as provas reais são escassas. Vimos a Samsung e o Google iterarem seus dobráveis ​​geração após geração, enquanto a Apple ficou à margem, provavelmente esperando até que conseguissem acertar a fórmula. Bem, se quisermos acreditar nos últimos boatos da cadeia de suprimentos, essa espera pode finalmente estar chegando ao fim, e a Apple não está apenas planejando se juntar à festa; eles estão planejando quebrá-lo com a maior bateria dobrável que já vimos.

De acordo com um novo vazamento do informante conhecido como “Mounted Focus Digital”, o primeiro dobrável da Apple – vamos chamá-lo de “iPhone Fold” por enquanto – está se transformando em um monstro de resistência. O boato sugere que o dispositivo pode ter uma bateria com capacidade superior a 5.500 mAh. Para colocar esse número em perspectiva, ele é significativamente maior do que a bateria do poderoso iPhone 17 Professional Max (avaliado em 5.088 mAh) e eclipsa grandes rivais como o Google Pixel 10 Professional Fold e o Galaxy Z Fold 7 da Samsung.

Por que o tamanho da bateria é o verdadeiro campo de batalha

Isso é importante porque, historicamente, a duração da bateria tem sido o calcanhar de Aquiles do formato dobrável. É física simples: quando você tem um dispositivo que precisa alimentar duas telas separadas – uma das quais é do tamanho de um pill – você gasta energia rapidamente. Normalmente, os fabricantes precisam dividir a bateria em duas células menores e mais finas para permitir que o dispositivo se dobre, o que geralmente resulta em desempenho medíocre. Se a Apple descobriu uma maneira de enfiar uma célula de 5.500 mAh em um chassi sem fazer com que pareça um tijolo, eles não estão apenas se atualizando; eles estão resolvendo o maior problema da categoria.

O vazamento não para na bateria. Estamos olhando para uma tela interna de 7,8 polegadas que afirma ser “sem vincos” (o Santo Graal da tecnologia dobrável) e uma tela externa gerenciável de 5,5 polegadas. Internamente, espera-se que ele funcione com o silício A20 de próxima geração emparelhado com um novo modem “C2”.

Esta combinação é essential. Os chips da Apple já são lendários pela sua eficiência. Emparelhar um chip A20 hipereficiente com a maior bateria já colocada em um iPhone pode resultar em um dispositivo que realmente dura o dia todo, mesmo com aquela enorme tela iluminada para multitarefa, planilhas ou edição de vídeo em movimento.

A estratégia: melhor, não primeiro

Para o consumidor, isso transforma o dobrável de um “brinquedo authorized” em uma ferramenta de produtividade séria. Os criadores de conteúdo e viajantes de negócios muitas vezes evitam os dobráveis ​​porque não podem se dar ao luxo de ficar amarrados a uma tomada elétrica às 15h. Se a Apple oferecer a melhor resistência da categoria, este dispositivo se tornará a máquina definitiva para “fazer tudo”.

A linha do tempo aponta para um lançamento no remaining de 2026, provavelmente junto com a linha do iPhone 18. Parece que a Apple está seguindo seu guide clássico: esperar que a tecnologia amadureça, observar os concorrentes cometerem os erros iniciais e então lançar um produto sofisticado que domine o mercado de alta tecnologia. Se essas especificações forem verdadeiras, o “iPhone Fold” não será apenas o primeiro telefone flexível da Apple; pode ser o primeiro que não exige que você comprometa a duração da bateria para obter uma tela maior.

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