O álbum de Girl Gaga de 2020, ‘Chromatica’, não é apenas mais um disco pop. É um diário aberto, uma festa dançante no meio de uma tempestade. Gaga sempre foi grandiosa, mas desta vez ela deixou as pessoas verem a bagunça por trás do brilho. Perto do lançamento do álbum em 2020, ela falou sobre suas lutas contra a depressão e a saúde psychological, explicando como seus pontos mais baixos não se infiltraram apenas no Chromatica – eles construíram sua base.
O coração de ‘Chromatica’: dor, cura e esperança
‘Chromatica’ quase não saiu quando saiu. Como muitas coisas em 2020, foi adiado pela COVID, mas honestamente, a mente de Gaga estava em outro lugar. Ela não estava apenas preocupada com as datas de lançamento – ela estava lutando para se manter à tona.Gaga chamou Chromatica de “álbum conceitual”, mas esse rótulo mal arranha a superfície. É um passeio pela cura, pela felicidade e pelo complicado processo de viver com uma mente que nem sempre coopera. Gaga disse que queria que essas faixas fizessem as pessoas dançarem e sorrirem, mesmo quando estivessem se sentindo deprimidas – porque period disso que ela mesma precisava. Sua mensagem? Você pode encontrar alegria no mesmo lugar em que encontra dor.Musicalmente, o álbum reúne dance-pop, home e disco, mas o verdadeiro impacto vem das histórias enterradas nas batidas. Veja ‘911’, onde Gaga fala sobre sua relação com remédios antipsicóticos e o cabo de guerra que está acontecendo em sua cabeça. Ou ‘Replay’, que mergulha no ciclo de autodestruição e abre caminho de volta. Cada música pulsa com energia, mas essas letras batem forte se você ouvir com atenção. Você acaba dançando com verdades das quais normalmente fugiria.

Por trás da música: o processo criativo de Gaga
Fazer ‘Chromatica’ foi uma batalha, segundo o vencedor de 14 Grammys. Algumas manhãs, Gaga disse em entrevistas que parecia que ela estava cavando sua própria cova – ela mal conseguia se mover, muito menos fazer música. Mas ela continuou aparecendo no estúdio, graças às pessoas ao seu redor, especialmente ao seu co-produtor BloodPop®. Mesmo quando queria desaparecer, ela fazia questão de cantar, dançar e encarar esses sentimentos de frente.Ela nunca tentou fingir uma positividade infinita. Gaga deixou claro: alegria e tristeza podem viver lado a lado. Ela escreveu músicas que não fingem que o sofrimento não é actual, mas também não o deixam vencer. Eles tratam de força, sobrevivência e de voltar à superfície, mesmo se você ainda estiver encharcado.Falando sobre a vida após sua Joanne World Tour em 2018, Gaga disse ao Leisure Tonight: “Eu costumava acordar todos os dias e lembrar que period Girl Gaga – e então ficava deprimida. Eu estava descascando todas as camadas da cebola na terapia, então, à medida que você cava mais fundo, você se aproxima do núcleo, e o núcleo da cebola cheira mal.” Ela não adoçou: “Minha existência por si só period uma ameaça para mim. Eu pensava em coisas realmente sombrias todos os dias.”Ainda assim, o trabalho a puxou de volta. “Eu sou uma selvagem quando quero escrever uma música pop”, ela disse, e enquanto se dedicava ao Chromatica, ela começou a se lembrar de quem ela period sob toda a armadura. “Eu chorava e dizia: ‘Aí está – oi! Como vai? Por que você tem que se esconder?'” Essas descobertas trouxeram liberdade, disse ela – do tipo que você obtém quando caminha pelos lugares mais sombrios, deixa a dor para trás e dá-a ao mundo para se transformar em algo dourado.Mesmo depois de tudo isso, Gaga admitiu que não sabe realmente como as pessoas a veem e aprendeu a conviver com isso. “Não tenho ideia do que as pessoas pensam ou não. Eu realmente não tenho uma compreensão perfeita de como sou visto. Se você é um artista e há algo que você tem para dar, e você nem sabe por quê, mas você nasceu assim, concentre-se nisso. Porque essa coisa não pode estar errada.”

Da escuridão às pistas de dança: Girl Gaga’s jornada de saúde psychological
Todo mundo conhece Girl Gaga como uma artista ousada, aquela que sempre tem algo a dizer – mas ela tem sido brutalmente honesta sobre sua depressão, especialmente em torno de Chromatica. Ela disse à Billboard que às vezes ela acordava, percebia que period “Girl Gaga” e se sentia esmagada pela tristeza. Por um tempo, ela mal saiu da cama. Ela se sentiu presa, desejando que algum interruptor mágico dentro dela fizesse seu humor voltar ao regular.Além disso, ela lidou com a fibromialgia, que significa dores constantes, e com cicatrizes de traumas passados. Criar música parecia quase impossível em alguns dias. Mas, passo a passo, ela encontrou o caminho de volta ao trabalho. Escrever músicas se transformou em sua tábua de salvação – uma forma de dizer a verdade, processar sua dor e, no closing, se levantar e sair.













