A tensão prevaleceu na cidade de Kadiri, no distrito de Sri Sathya Sai, na terça-feira, após a morte de uma mulher grávida e de um bebê natimorto em um hospital privado. O incidente gerou protestos de parentes e moradores locais.
A falecida, Harini Kumari (22), pure da aldeia de Javakal, na vizinha NP Kunta mandal, a 30 km de Kadiri, foi internada num hospital privado de madrugada, depois de desenvolver dores de parto.
Alegando negligência médica, familiares e moradores da sua aldeia natal organizaram um protesto fora do hospital, exigindo ações rigorosas contra os responsáveis e também o cancelamento da licença do hospital. Os activistas dos partidos de esquerda estenderam o seu apoio ao protesto. A polícia foi até o native e controlou a situação.
Entretanto, o Inspector do Círculo Kadiri (CI) disse à imprensa que o marido da mulher, Obul Reddy, afirmou numa queixa por escrito que os médicos informaram a família que o feto já tinha morrido no útero e foi entregue através de um procedimento regular. Ele disse que sua esposa mais tarde desenvolveu forte falta de ar e morreu. Posteriormente, a família afirmou estar satisfeita com a explicação e não intentou qualquer acção judicial, pelo que nenhum caso foi registado.
Publicado – 27 de janeiro de 2026, 20h54 IST












