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5 cenas icônicas que celebraram a Constituição da Índia

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A Constituição da Índia não é apenas um livro antigo juntando poeira. É um testemunho vivo e vibrante, que cumpre todas as promessas de justiça, igualdade, liberdade e democracia. Estas não são apenas palavras grandiosas no papel. Eles deveriam moldar nossas vidas. Os filmes indianos conseguem isso. Às vezes, eles pegam essas grandes ideias e jogam-nas bem na sua cara; outras vezes, eles os colocam silenciosamente. Aqui estão cinco cenas que não falam apenas da Constituição do país; eles fazem você sentir o que isso representa.

‘Jai Bhim’

Cenas do filme Dia da República (1)

‘Jai Bhim’ não faz rodeios. Chandru (interpretado por Suriya), este advogado implacável, enfrenta um sistema que tem esmagado povos tribais há anos. E a parte mais interessante? Isso é inspirado em eventos reais. Há uma cena de tribunal em que Chandru simplesmente ataca as mentiras da polícia e se recusa a recuar. Você assiste na tela, mas na realidade sente todo o peso da “igualdade perante a lei”. Não é um sonho distante; é actual, cru, doloroso e esperançoso, tudo ao mesmo tempo. Esta é a Constituição em acção, transformando palavras em verdadeira protecção para pessoas que foram ignoradas durante demasiado tempo.

«Artigo 15.º»

Cenas do filme Dia da República (2)

O “artigo 15º”, brand ali no nome, é a parte da Constituição que proíbe a discriminação. Há uma cena: Ayan Ranjan (interpretado por Ayushmann Khurrana), um policial, silenciosamente afixa o Artigo 15 em sua parede depois de ver a realidade brutal da violência de casta. Nenhum grande discurso. Apenas um pequeno ato teimoso. Mas bate forte. Você vê a decisão dele: ou ele viverá de acordo com essas palavras ou não. Esse é o desafio que a Constituição nos lança. Esta cena mostra o que a discriminação faz às pessoas e como a lei deve intervir para curar.

‘Newton’

Cenas do filme Dia da República (3)

Em ‘Newton’, Newton (interpretado por Rajkummar Rao) é um escriturário enviado para realizar uma eleição em uma zona de guerra e se recusa a fingir. Sem atalhos, sem desistências, mesmo quando todos querem. Há uma parte em que ele monta uma cabine de votação na floresta e incentiva os moradores a votarem, mesmo que o perigo esteja por toda parte. O Artigo 326, o seu direito de voto, de repente não é apenas uma linha na Constituição. É actual, bem ali na lama. ‘Newton’ – o filme, assim como o personagem – nos lembra que a democracia não é apenas para bairros seguros ou moradores da cidade; cada voz é importante, não importa o quão difícil as coisas fiquem.

‘Mulk’

Cenas do filme Dia da República (4)

‘Mulk’ joga você direto em um tribunal onde uma família muçulmana é tratada como estranha em seu próprio país, apenas por ser quem é. O filme não recita a Constituição, mas você sente seu peso de qualquer maneira. O personagem de Taapsee Pannu se levanta e faz um discurso feroz sobre igualdade e secularismo. Ela se recusa a deixar o medo vencer. Os artigos 14.º e 21.º – igualdade perante a lei, direito à vida e à liberdade – deixam de soar como jargão. São tábuas de salvação. Esta cena não para. A verdadeira justiça não pode se importar com seu nome ou sua religião.

‘Swades’

Cenas do filme Dia da República (5)

‘Swades’ não se trata de palestras ou jargão jurídico; é uma revolução mais silenciosa em movimento. É como assistir o Preâmbulo ganhar vida silenciosamente, mas de forma constante. Mohan, interpretado por Shah Rukh Khan, se levanta em uma reunião na aldeia e simplesmente explica: construir escolas, consertar as luzes, garantir que todos recebam água. Ele não é arrogante. Ele está apenas esperando. A coisa toda é sobre pessoas comuns se esforçando, ajudando umas às outras – exatamente o que a Constituição queria para nós. Não há um grande momento, apenas uma sensação tranquila de que a verdadeira mudança começa conosco.

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