Os residentes de Sumatra Ocidental, na Indonésia, foram instados a parar de coletar e beber água de um buraco recém-formado depois que as autoridades descobriram que ele estava contaminado com E. coli, uma bactéria ligada a doenças gastrointestinais graves.O incidente ocorreu na regência de Limapuluh Kota, onde um grande desabamento do solo atraiu multidões de moradores locais que acreditavam que a água acumulada dentro do sumidouro tinha propriedades medicinais. Vídeos e postagens mostrando pessoas fazendo fila com garrafas rapidamente se espalharam on-line, transformando o native em um destino improvável de “água curativa”.Essa crença, dizem as autoridades, não é apenas não comprovada. Poderia ser perigoso.
Autoridades alertam que a água não é segura
O vice-governador de Sumatra Ocidental, Vasko Ruseimy, alertou publicamente os moradores para não consumirem a água depois que testes mostraram que ela continha Escherichia coli (E. coli). Relatórios citando descobertas iniciais da Agência Geológica e verificações de saúde locais afirmaram que a água não atendia aos padrões de consumo seguro, e as autoridades alertaram contra seu uso para alegações de “saúde” ou “tratamento”.A contaminação por E. coli é frequentemente considerada um indicador de alerta porque pode sugerir a presença de patógenos nocivos introduzidos através de escoamento superficial, contaminação do solo ou intrusão de resíduos.
Onde o sumidouro apareceu
O buraco supostamente abriu em uma área de arrozal em Jorong Tepi, Nagari Situjuah Batua, parte da regência de Limapuluh Kota. As autoridades indonésias e especialistas em geologia começaram a avaliar o native brand após a sua denúncia, à medida que crescia a preocupação sobre se o colapso poderia expandir-se.Um especialista em geologia da Universitas Gadjah Mada (UGM) disse que o fenómeno foi moldado pelas condições geológicas locais e provavelmente foi desencadeado por fortes chuvas, ligando-o a impactos hidrometeorológicos mais amplos sentidos em partes de Sumatra.
Por que os sumidouros acontecem em primeiro lugar
Os sumidouros se formam quando a superfície do solo desmorona em uma lacuna subterrânea. Em muitos casos, essa lacuna aumenta silenciosamente com o tempo e depois falha repentinamente.Especialistas dizem que vários fatores podem causar isso:1) Erosão oculta abaixo da superfícieA água que se transfer no subsolo pode gradualmente levar embora as partículas do solo num processo por vezes descrito como “erosão tubular”, criando eventualmente um espaço oco suficientemente grande para que o solo acima ceda.2) Chuvas intensas e pressão de inundaçãoAs chuvas fortes podem desestabilizar as camadas do solo, acelerar a erosão e aumentar a pressão das águas subterrâneas. Mesmo que o solo esteja enfraquecendo há meses ou anos, chuvas extremas podem ser o gatilho ultimate.3) Vulnerabilidade paisagísticaAlgumas áreas são naturalmente mais propensas a colapsos, dependendo da composição do solo, dos padrões de drenagem subterrânea e se a terra foi alterada pela agricultura, construção ou mudança de canais de água.Em termos práticos, os sumidouros não são apenas “buracos no chão” dramáticos. Freqüentemente, são um sinal de que a estrutura subterrânea mudou e que os terrenos próximos ainda podem estar instáveis.
Por que beber água do sumidouro pode ser arriscado mesmo que pareça claro
Uma das razões pelas quais o caso de Sumatra Ocidental provocou alarme foi a rapidez com que a água “de aspecto limpo” foi considerada segura.Mas os buracos podem agir como funis naturais, atraindo contaminantes das áreas circundantes, incluindo:
- resíduos animais de campos próximos
- bactérias do solo e do escoamento superficial
- contaminação agrícola
- infiltração de drenagem
Mesmo que a água pareça límpida, ainda pode conter organismos prejudiciais. É por isso que as autoridades agiram rapidamente para alertar os residentes assim que a E. coli foi detectada.
Um alerta de saúde pública embrulhado em um momento viral
O episódio da água do sumidouro tornou-se um lembrete de quão rapidamente a desinformação sobre saúde pode se espalhar quando o medo, a curiosidade e a esperança colidem. Para alguns moradores, a atração não period o espetáculo, mas a crença: que fenômenos naturais incomuns podem oferecer curas.As autoridades, no entanto, adotaram uma posição firme. A mensagem deles é simples: não beba.À medida que as autoridades monitorizam o native em busca de mais movimentos terrestres, o maior risco pode já não ser o próprio sumidouro, mas o que acontece quando a crença viral ultrapassa a segurança básica da água.










