Um homem em Havana acessa em seu celular o web site oficial do governo cubano cubadebate.cu, onde são exibidas imagens de alguns dos 32 oficiais e soldados cubanos mortos durante a intervenção militar dos EUA na Venezuela, em 6 de janeiro de 2026. | Crédito da foto: AFP
Pelo menos 24 oficiais de segurança venezuelanos foram mortos em uma operação militar dos EUA no sábado (3 de janeiro de 2026), anunciaram os militares venezuelanos, elevando a contagem oficial de mortes para pelo menos 56.
Mais civis foram mortos nos ataques, Imprensa Associada reportagens mostram, mas não ficou imediatamente claro quantos.
O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, disse na terça-feira (6 de janeiro) que “dezenas” de funcionários e civis foram mortos e que os promotores investigariam as mortes no que ele descreveu como “crimes de guerra”. Ele não especificou se a estimativa se referia especificamente aos venezuelanos.
O número se soma ao anúncio do governo de Cuba no domingo (4 de janeiro) de que 32 militares e policiais cubanos que trabalhavam na Venezuela morreram na operação, provocando dois dias de luto na ilha caribenha.
Um vídeo tributo aos oficiais de segurança venezuelanos assassinados postado no Instagram dos militares apresenta rostos de muitos dos mortos em camadas de vídeo sobre vídeos em preto e branco de soldados, aeronaves americanas sobrevoando Caracas e veículos blindados destruídos pelas explosões.
Publicado – 07 de janeiro de 2026 03h20 IST










